Papéis de países ricos e pobres se invertem
"Na sua missão de promover a conservação da biodiversidade mundial, a Convenção sobre Diversidade Biológica defronta-se com o sério problema de que as riquezas biológica e econômica necessárias para protegê-la pertencem a atores diferentes, com interesses e prioridades distintas. A convenção determina que os países têm soberania sobre seus recursos biológicos. Mas nem por isso a biodiversidade deixa de ser um patrimônio global. Quando uma espécie é extinta ou um ecossistema é destruído, quem perde não é apenas o país de origem; é o planeta inteiro. Os países em desenvolvimento, portanto, têm o direito de cobrar apoio dos países desenvolvidos. Promessas e metas ambiciosas não servem de nada se não houver recursos para colocá-las em prática", artigo de Herton Escobar

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