MG discute impactos de hidrelétrica Aimorés
O Ministério Público Federal criou uma comissão de conciliação para discutir o cumprimento de condicionantes sociais e ambientais da hidrelétrica Aimorés. Construída por um consórcio entre Vale e Cemig, a usina fica em Minas Gerais, na divisa com o Espírito Santo. Com o empreendimento, agricultores que plantavam em ilhas do rio Doce perderam suas atividades. Em Itueta, comerciantes ficaram distantes do porto que sustentava a cidade, reconstruída a 14 km da margem do rio. O represamento e o desvio da água fizeram com que o trecho de 12 km do rio que passa por Aimorés fosse reduzido a um filete. Segundo o Ministério Público e os moradores, os empreendedores haviam se comprometido a manter "um espelho d'água" no trecho - FSP, 2/11, Mercado, p.B9.
CPI das ONGs acaba sem votar relatório
Sem sugerir indiciamentos ou apontar culpados por repasses ilegais do governo a organizações não governamentais, a CPI das ONGs do Senado encerra suas atividades após três anos de trabalhos. O desfecho da comissão, que teve as atividades prorrogadas por quatro vezes, não terá nem mesmo a discussão do relatório final -apresentado às pressas pelo senador Inácio Arruda (PC do B). Aliado do governo federal, Arruda montou relatório de 1.478 páginas que nem sequer foi enviado aos membros da CPI. O texto foi disponibilizado nesta semana no site do Senado

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